À primeira vista, todo o vapor parece igual: um gás quente e invisível. Mas, sob a ótica das Boas Práticas de Fabricação (BPF/GMP), confundir Vapor Industrial com Vapor Auditável é um erro.
1. O Vapor Industrial (Utilidade)
É projetado para eficiência térmica e proteção da caldeira, não para pureza. Ele recebe aditivos químicos que seriam depositados na carga, contaminando o lote.
2. O Vapor Auditável (Limpo e Puro)
Para entrar em contato direto com o produto, o vapor precisa ser quimicamente puro e fisicamente estável.
- Sem Aditivos: É estritamente proibido o uso de inibidores de corrosão.
- Água Nobre: Gerado a partir de PW ou WFI.
Os Testes Físicos (EN 285)
Enquanto o vapor industrial só precisa estar "quente", o vapor auditável precisa passar por testes físicos rigorosos:
- Título (Dryness): Deve ser ≥ 0,95.
- Superaquecimento: Não pode exceder 25ºC acima da saturação.
- Gases Não Condensáveis: Devem ser ≤ 3,5%.
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